Título: Ela, a Feiticeira.epub-mobi
Autor: Henry Rider Haggard
No coração da África, uma montanha quase inatingível. Dentro dela, uma civilização governada pela imortal Ayesha. Ao tentar desvendar os mistérios desse povo, Horace e seu filho Leo descobrem que a soberana possui juventude e beleza eternas graças ao Fogo da Vida. Ambos se apaixonam pela bela rainha, que acaba escolhendo Leo, por acreditar que ele seja a reencarnação do homem que amara há dois milênios. Porém, existe um problema: Ayesha é imortal, mas seu amante, não... A partir da metade do livro, quando Ela a feiticeira finalmente aparece, o livro adquire um ar mais empolgante, com frases inspiradas e cheias de tiradas filosóficas. A escrita é bem estruturada, digamos que ok, em termos literários.
Mas, recomendo paciência para encarar essa obra ou um fôlego mais rápido que o meu, para lê-lo de uma sentada só. Um livro não tão empolgante, mas indicado para quem gosta de aventuras exploratórias de modo geral. VALE A PENA!!
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As presentes obras, são disponibilizadas para download, de forma totalmente gratuita, por acreditar que, o conhecimento e a educação devem ser acessíveis e livres a toda e qualquer pessoa. É expressamente proibida, e totalmente repudiável à venda, aluguel, ou qualquer uso comercial dessas obras. "Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e, não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim, evoluir a um novo nível"
Capitão Jagunço - Paulo Dantas - mobi e epub

Título: Capitão Jagunço
Autor: Paulo Dantas
O capitão jagunço, ao encontrar com um caixeiro viajante indo para Canudos, lhe conta toda sua estória, e pede que o último lhe julgue somente ao final dela. A estória é a seguinte: O capitão antes da guerra, era um simples sertanejo, muito feliz com sua mulher, mas que mesmo casado durante anos, ainda não haviam tido nenhum filho. Ele passa a conhecer Antonio Conselheiro enquanto este ainda não era tão conhecido. Eles se tornaram amigos e o capitão conta que trocaram até confidências. Um tinha muito carinho e respeito pelo outro.
Quando Conselheiro mudou-se para Belo Monte(canudos), o capitão decidiu que iria segui-lo e fincar raízes por lá também. Porém, ainda não estava totalmente decidido, ainda mantinha sua casa e seu dinheiro republicano e o título de eleitor. Por um desafortunado acaso, os jagunço da guarda católica descobriram este último fato e decidiram dar uma lição no recém chegado. O espacaram para matar, mas só não o fizeram por ordens do Conselheiro, pela antiga amizade, porém, sua casa foi incendiada, destruída e sua mulher assassinada. Foi aí que capitão jagunço decidiu que estava do lado errado dessa Guerra e que não iria ter pena dos jagunços, homens e mulheres que em Canudos estavam.
Viajou de lá até Salvador para pedir pessoalmente que ajudassem a nova república sendo guia na invasão e destruição de Canudos. Assim foi acertado, porem, capitão jagunço já no caminho de volta de Salvador sentiu um certo arrependimento, pensou que aquelas pessoas que lá estavam eram como ele, e que ao invés de ajudá-las estaria lá para contribuir com a sua morte.
A Guerra se inicia com sua ajuda, ele descreve como viu de perto pessoas morrendo, e no pós-guerra como viu todos aqueles corpos de pessoas inocentes ali jogados, sendo devorados por urubus e vermes. Sentiu-se mal por ter participado, e não do lado dos sertanejos como ele.
Acabada a Guerra, ele era naturalmente odiado pelos moradores sertanejos que ali ficaram, mas achava que haveria um reconhecimento da parte dos republicanos combatentes. Para a sua decepção e maior angustia, não houve qualquer contato daqueles para com ele. Esquecendo-o assim que fizeram uso de suas habilidades...Capitão jagunço então pede para que o caixeiro de Simão Dias, lhe julgue, com palavras ou demonstre em gestos se ele achara que o capitão fosse um homem que agiu como qualquer outro agiria, e digno de perdão, ou se era um pecador traíra que não merecia ser absolvido. O caixeiro sem hesitar imediatamente lhe aperta a mão. E assim ...
Achei uma descrição boa e simples para quem está tendo contato com a Guerra de Canudos pela primeira vez. Li em alguns sites que a "estória" na verdade é uma "História", sendo o capitão jagunço um personagem-título real.
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Utopia - Thomas Morus.mobi e epub
Título: Utopia
Autor: Thomas Morus
Embora Utopia signifique lugar nenhum, ela representa uma ilha com uma comunidade perfeita. O livreto descreve o encontro de Thomas More, seu amigo Peter Gilles, e um velho estrangeiro chamado Raphael Nonsenso no jardim do hotel de More, na Antuérpia. Raphael é um antigo marinheiro que viajou com Américo Vespúcio. Após a morte de Vespúcio, Raphael continuou a viajar para novos lugares, incluindo Utopia.Sua descrição da terra ideal compreende o escopo da estória. Utopia é um lugar onde não há propriedade privada, onde todos trabalham, mas sem exageros. Os moradores de Utopia trabalham por três horas pela manhã e por três horas a tarde com um intervalo de duas horas no meio. Os empregos não dependem da pessoa ser homem ou mulher ou da sua formação anterior. Todos em Utopia vestem uma mesma roupa lisa. Os moradores de Utopia adultos não usam jóias; eles consideram os metais preciosos e as jóias como brinquedos para crianças. Um trecho do livro descreve a chegada de embaixadores estrangeiros. Eles usavam as jóias extravagantes e as vestimentas das cortes européias. Quando eles desembarcaram, eles ouviram, por acaso, as crianças rindo e dizendo: "Olhe para os bebezões". Os embaixadores logo perceberam que os seus jogos de prestígio não iria funcionar em Utopia, e eles tiraram as jóias. Embora nós, como leitores, podemos ser tentados a pensar que estas são as visões idealísticas de More, assim como o personagem de sua história, ele leva um certo tempo para aceitar todo o estilo de vida utopiano.Entretanto, Utopia é um ataque amargo a sociedade do renascimento cristão europeu. Ironicamente, os habitantes de Utopia são pagãos, apesar de que, na prática, eles são melhores cristãos que os cristãos europeus. Em outras palavras, os habitantes de Utopia são pacíficos, amáveis e respeitáveis. É ensinado a cada criança a cultivar a terra e sua educação artística liberal não tem fim em uma determinada idade. Entretanto, More não concorda com todas as práticas dos moradores de Utopia, ele permanece com muitas de suas idéias. Assim, o livro termina com More dando conta de que Inglaterra e Europa jamais irão adotar uma visão utopiana.
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Autor: Thomas Morus
Embora Utopia signifique lugar nenhum, ela representa uma ilha com uma comunidade perfeita. O livreto descreve o encontro de Thomas More, seu amigo Peter Gilles, e um velho estrangeiro chamado Raphael Nonsenso no jardim do hotel de More, na Antuérpia. Raphael é um antigo marinheiro que viajou com Américo Vespúcio. Após a morte de Vespúcio, Raphael continuou a viajar para novos lugares, incluindo Utopia.Sua descrição da terra ideal compreende o escopo da estória. Utopia é um lugar onde não há propriedade privada, onde todos trabalham, mas sem exageros. Os moradores de Utopia trabalham por três horas pela manhã e por três horas a tarde com um intervalo de duas horas no meio. Os empregos não dependem da pessoa ser homem ou mulher ou da sua formação anterior. Todos em Utopia vestem uma mesma roupa lisa. Os moradores de Utopia adultos não usam jóias; eles consideram os metais preciosos e as jóias como brinquedos para crianças. Um trecho do livro descreve a chegada de embaixadores estrangeiros. Eles usavam as jóias extravagantes e as vestimentas das cortes européias. Quando eles desembarcaram, eles ouviram, por acaso, as crianças rindo e dizendo: "Olhe para os bebezões". Os embaixadores logo perceberam que os seus jogos de prestígio não iria funcionar em Utopia, e eles tiraram as jóias. Embora nós, como leitores, podemos ser tentados a pensar que estas são as visões idealísticas de More, assim como o personagem de sua história, ele leva um certo tempo para aceitar todo o estilo de vida utopiano.Entretanto, Utopia é um ataque amargo a sociedade do renascimento cristão europeu. Ironicamente, os habitantes de Utopia são pagãos, apesar de que, na prática, eles são melhores cristãos que os cristãos europeus. Em outras palavras, os habitantes de Utopia são pacíficos, amáveis e respeitáveis. É ensinado a cada criança a cultivar a terra e sua educação artística liberal não tem fim em uma determinada idade. Entretanto, More não concorda com todas as práticas dos moradores de Utopia, ele permanece com muitas de suas idéias. Assim, o livro termina com More dando conta de que Inglaterra e Europa jamais irão adotar uma visão utopiana.
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Silogismos da Amargura - Emil Cioran - mobi e epub
Título: Silogismos da Amargura
Autor: Emil Cioran
Em uma série de sentenças, Emil Cioran discorre sobre os vários temas que lhe são caros em seus escritos: a ideia de mal, a religião e o que está ligado a ela, a civilização, o Ocidente. Com uma série de colocações que caminham - sem se preocupara com os limites – entre as constatações filosóficas e a literatura, expõe as mazelas que tanto o incomoda.
Os sentimentos humanos que mais perturbam são tratados suas várias páginas. Do desespero ai medo, do ódio à melancolia, da paixão ao niilismo e a fé. O tempo e a historicidade, tão cara à sociedade ocidental também aparece como conteúdo de suas inquietações. Sua anti-historicidade, o que remete a Nietzsche e Schopenhauer, é exposta, e entregue aos que como ele também está desiludido com o que esse conjunto de desgraças acumuladas e falsificadas de glórias é mais uma ferramenta para a desgraça humana e vêm como o Ocidente busca uma forma de agonia digna de seu passado.
Nesse vazio de esperanças é que ele encontra a substância para sua filosofia que aparece como agente de destruição do que ele vê como já desgraçado e sem futuro, pois é “quando se aprende a beber nas fontes do Vazio, se deixa de temer o futuro. O tédio opera prodígios: convertendo o vazio em substância, é ele um vazio nutritivo”. Ler as confissões do homem que considera o Ocidente uma possibilidade sem futuro, a religião como fonte de metáforas e delírio do espírito vendo Deus como um delírio sonoro, faz com que se pense em como pode alguém com tantas perturbações viver. Talvez tenha sido as letras, a filosofia e a música que tenham guardado a chama de vida ainda no corpo que era seduzido pela obsessão com a morte, pela obsessão, não pela morte.
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Autor: Emil Cioran
Em uma série de sentenças, Emil Cioran discorre sobre os vários temas que lhe são caros em seus escritos: a ideia de mal, a religião e o que está ligado a ela, a civilização, o Ocidente. Com uma série de colocações que caminham - sem se preocupara com os limites – entre as constatações filosóficas e a literatura, expõe as mazelas que tanto o incomoda.
Os sentimentos humanos que mais perturbam são tratados suas várias páginas. Do desespero ai medo, do ódio à melancolia, da paixão ao niilismo e a fé. O tempo e a historicidade, tão cara à sociedade ocidental também aparece como conteúdo de suas inquietações. Sua anti-historicidade, o que remete a Nietzsche e Schopenhauer, é exposta, e entregue aos que como ele também está desiludido com o que esse conjunto de desgraças acumuladas e falsificadas de glórias é mais uma ferramenta para a desgraça humana e vêm como o Ocidente busca uma forma de agonia digna de seu passado.
Nesse vazio de esperanças é que ele encontra a substância para sua filosofia que aparece como agente de destruição do que ele vê como já desgraçado e sem futuro, pois é “quando se aprende a beber nas fontes do Vazio, se deixa de temer o futuro. O tédio opera prodígios: convertendo o vazio em substância, é ele um vazio nutritivo”. Ler as confissões do homem que considera o Ocidente uma possibilidade sem futuro, a religião como fonte de metáforas e delírio do espírito vendo Deus como um delírio sonoro, faz com que se pense em como pode alguém com tantas perturbações viver. Talvez tenha sido as letras, a filosofia e a música que tenham guardado a chama de vida ainda no corpo que era seduzido pela obsessão com a morte, pela obsessão, não pela morte.
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Breviário de Decomposição - Emil Cioran - mobi e epub

Título: Breviário de Decomposição
Autor: Emil Cioran
Nascido na Romênia em 1911, Emil Cioran, depois de graduar-se em Filosofia pela Universidade de Bucareste, mudou-se para a França com o objetivo de especializar-se no pensamento de Nietzsche. Jamais concluiu sua tese. Em contrapartida, sua dedicação à escrita e reescrita de sua obra fez com que a crítica o considerasse um dos “maiores prosadores da língua francesa desde Valéry”. A palavra que talvez o defina com maior precisão seja desencanto. Porém, diante da maneira clara e límpida como desenvolve e expõe seu pensamento, nenhuma exatidão significa muito. Comparado a Kierkegaard, Wittgenstein e ao próprio Nietzsche, Cioran muito provavelmente desdenharia dessa tentativa de defini-lo e de enquadrar sua obra dentro de parâmetros estabelecidos. “Um livro que, após haver demolido tudo, não se destrói a si mesmo, exasperou-nos em vão”, diz, em Silogismos da amargura. Seu título mais conhecido continua sendo Breviário de decomposição, publicado na França em 1949. Após ter sido reescrita quatro vezes, a obra recebeu em 1951 o prêmio Rivarol. Cioran morreu em Paris, em 1995. De sua autoria, além dos dois títulos mencionados, a Rocco publicou Exercícios de admiração e História e Utopia.
Recomendo Emil, e justamente para quem não dorme. A companhia de um igual pode trazer de volta o sono, porque nada provoca mais aconchego do que os sentidos atuando na compreensão de uma dor: um olhar, um toque, um tom de voz, umas letras… Há até quem ria diante de suas frases absurdas. É sabido o motivo. Ri quem já sabe que não há o que esperar. Ri quem sabe que não existe outro jeito, inclusive de amadurecer, a não ser rindo. Ri quem vê belezas em rir de si mesmo justamente porque no riso disfarçado de desespero relaxa a carne. Olha aí! “A frivolidade é o antídoto mais eficaz contra o mal de ser o que se é: graças a ela, iludimos o mundo e dissimulamos a inconveniência de nossas profundidades.” Emil Cioran sabe mais de mim do que eu sei de mim mesma, essa é a verdade. Escreveu aquilo que hoje uso para me apresentar ao mundo. Juro! “Nem sempre estou triste, logo não penso sempre.”
Quero dizer também que passo parte da vida a sonhar, a desejar o impossível, a amar desenfreadamente quem carrega, sem se dar conta, par de olhos azuis. Não tenho nem medo de nada poder viver realmente, vias de fato, porque, afinal, vivo de imaginação, e me basta. Não tenho concepção de vida. A não ser, claro, o amor. É no Breviário da Decomposição que consta a mais pura verdade sobre o amor: “Só se pode amar os seres que não ultrapassam o mínimo de vulgaridade indispensável para viver.”
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O Futuro da humanidade-Augusto Cury-mobi-epub
Título: O Futuro da humanidade
Autor: Augusto Cury
O Futuro da Humanidade narra a história de Marco Polo, um jovem que acabara de entrar para a faculdade de Medicina. No seu primeiro dia de aula, ele começa a estudar anatomia, e logo fica chocado com a triste cena de corpos sem identificação, sobre o mármore branco, serem dissecados. O Jovem não consegue aceitar a frieza com que os professores se referem aos cadáveres, e passa a tecer críticas sobre a situação.
Foi ao tentar investigar mais sobre essa história, que Polo encontra, em uma praça, um mendigo chamado Falcão, que para sua surpresa, era muito sábio, conhecia a fundo a mente humana, e apesar da difícil situação em que vivia, mantinha sua alegria. Falcão ensina várias lições para o jovem estudante, e com ele, Polo aprende além de novos conhecimentos, a importância da solidariedade e do respeito. Nesse embalo, Polo conhece Ana, feita sob medida para ele, por quem acaba se apaixonando e vivendo uma linda história.
É um livro que me cativou bastante, porque além de questionar sobre o ensino que aprendemos na faculdade em preparação ao mercado de trabalho, também nos leva a repensar sobre as nossas atitudes com as pessoas, como muitas das vezes nos tornamos indiferentes frente às suas necessidades, e julgamos antecipadamente sem conhecer sua história e seu passado.
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Autor: Augusto Cury
O Futuro da Humanidade narra a história de Marco Polo, um jovem que acabara de entrar para a faculdade de Medicina. No seu primeiro dia de aula, ele começa a estudar anatomia, e logo fica chocado com a triste cena de corpos sem identificação, sobre o mármore branco, serem dissecados. O Jovem não consegue aceitar a frieza com que os professores se referem aos cadáveres, e passa a tecer críticas sobre a situação.
Foi ao tentar investigar mais sobre essa história, que Polo encontra, em uma praça, um mendigo chamado Falcão, que para sua surpresa, era muito sábio, conhecia a fundo a mente humana, e apesar da difícil situação em que vivia, mantinha sua alegria. Falcão ensina várias lições para o jovem estudante, e com ele, Polo aprende além de novos conhecimentos, a importância da solidariedade e do respeito. Nesse embalo, Polo conhece Ana, feita sob medida para ele, por quem acaba se apaixonando e vivendo uma linda história.
É um livro que me cativou bastante, porque além de questionar sobre o ensino que aprendemos na faculdade em preparação ao mercado de trabalho, também nos leva a repensar sobre as nossas atitudes com as pessoas, como muitas das vezes nos tornamos indiferentes frente às suas necessidades, e julgamos antecipadamente sem conhecer sua história e seu passado.
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Livro_A Guerra dos Mundos_Herbert G. Wells
Título: A Guerra dos Mundos
Autor: H. G. Wells.
Um dos grandes clássicos da ficção científica, “A Guerra dos Mundos” começou a ser publicado em capítulos em 1897, na revista inglesa Pearson’s Magazine. Escrita por HG Wells, conta a história da invasão da Terra por marcianos inteligentes, que chegam no nosso planeta estrategicamente preparados para destruir a raça humana. Um dos aspectos que tornaram esse livro simbólico foi o fato de HG Wells ter usado o gênero da ficção científica, com todos os elementos lúdicos que ele proporciona, para fazer uma crítica à sociedade vitoriana da época.
No livro, os marcianos desembarcam nos arredores de Londres em cilindros metálicos que são inicialmente confundidos com meteoros. Não leva muito tempo para as pessoas descobrirem que dentro destes cilindros há seres alienígenas extremamente hostis e coordenados. Descritos pelo autor como se tivessem a pele similar à couro molhado, os marcianos locomovem-se em máquinas com tripés metálicos, usam armas como raios carbonizadores e fumaças intoxicantes e letais, alimentam-se de fluídos humanos e dizimam tudo que encontram pela frente.
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Autor: H. G. Wells.
Um dos grandes clássicos da ficção científica, “A Guerra dos Mundos” começou a ser publicado em capítulos em 1897, na revista inglesa Pearson’s Magazine. Escrita por HG Wells, conta a história da invasão da Terra por marcianos inteligentes, que chegam no nosso planeta estrategicamente preparados para destruir a raça humana. Um dos aspectos que tornaram esse livro simbólico foi o fato de HG Wells ter usado o gênero da ficção científica, com todos os elementos lúdicos que ele proporciona, para fazer uma crítica à sociedade vitoriana da época.
No livro, os marcianos desembarcam nos arredores de Londres em cilindros metálicos que são inicialmente confundidos com meteoros. Não leva muito tempo para as pessoas descobrirem que dentro destes cilindros há seres alienígenas extremamente hostis e coordenados. Descritos pelo autor como se tivessem a pele similar à couro molhado, os marcianos locomovem-se em máquinas com tripés metálicos, usam armas como raios carbonizadores e fumaças intoxicantes e letais, alimentam-se de fluídos humanos e dizimam tudo que encontram pela frente.
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O Cavaleiro de Numiers-Yvonne do Amaral Pereira.epub e mobi
Título: O Cavaleiro de Numiers
Autor: Yvonne do Amaral Pereira
Mais uma vez Yvonne Pereira, através de Charles, nos presenteia com uma linda e emocionante história acerca de várias existências de uma grupo de espíritos que reencarnaram na região de Flandres no século XVI. O livro envolve amor, traição, erros, acertos deste grupo de encarnados que seguem juntos há vários séculos. Uma leitura agradável que nos leva a meditar sobre o nosso passado, presente e futuro. "O Cavaleiro de Numiers" é o 2º livro da trilogia ditada pelo espírito Charles. O primeiro é Nas "Voragens do Pecado". Aqui temos os mesmos personagens, do livro inicial, reencarnados para "abater" as dívidas das vidas ocorridas no período que ocorreu o massacre de São Bartolomeu. A narrativa acontece em 5 partes. Começa pela vivência dos protagonistas, passa pelos problemas, chega até as provas que alguns conseguem diminuir e outros aumentar ainda mais e termina com eles, novamente, no plano espiritual. Dessa vez a obra me prendeu desde o começo. A leitura é fluída, envolvente e a torcida e lamentos em algumas partes são inevitáveis. O romance foi extremamente bem escrito, desde o início até o final, toda a conexão, os velhos hábitos tão enraizados que levaram mais uma vez a queda de alguns personagens... não adentrarei em nomes, nem nas personalidades, pois acredito que o maior objetivo de uma resenha é trazer para o ávido leitor, o despertar para obra. O que posso com certeza dizer, leiam! Preparem seus corações, para sentirem o amor de Deus... para se enxergarem dentro da história e aproveitarmos a grande chance de sermos melhores a cada ação e reação.
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Autor: Yvonne do Amaral Pereira
Mais uma vez Yvonne Pereira, através de Charles, nos presenteia com uma linda e emocionante história acerca de várias existências de uma grupo de espíritos que reencarnaram na região de Flandres no século XVI. O livro envolve amor, traição, erros, acertos deste grupo de encarnados que seguem juntos há vários séculos. Uma leitura agradável que nos leva a meditar sobre o nosso passado, presente e futuro. "O Cavaleiro de Numiers" é o 2º livro da trilogia ditada pelo espírito Charles. O primeiro é Nas "Voragens do Pecado". Aqui temos os mesmos personagens, do livro inicial, reencarnados para "abater" as dívidas das vidas ocorridas no período que ocorreu o massacre de São Bartolomeu. A narrativa acontece em 5 partes. Começa pela vivência dos protagonistas, passa pelos problemas, chega até as provas que alguns conseguem diminuir e outros aumentar ainda mais e termina com eles, novamente, no plano espiritual. Dessa vez a obra me prendeu desde o começo. A leitura é fluída, envolvente e a torcida e lamentos em algumas partes são inevitáveis. O romance foi extremamente bem escrito, desde o início até o final, toda a conexão, os velhos hábitos tão enraizados que levaram mais uma vez a queda de alguns personagens... não adentrarei em nomes, nem nas personalidades, pois acredito que o maior objetivo de uma resenha é trazer para o ávido leitor, o despertar para obra. O que posso com certeza dizer, leiam! Preparem seus corações, para sentirem o amor de Deus... para se enxergarem dentro da história e aproveitarmos a grande chance de sermos melhores a cada ação e reação.
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Nas Voragens do Pecado-Yvonne do Amaral Pereira.epub e mobi
Título: Nas Voragens do Pecado.
Autor: Yvonne do Amaral Pereira.
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Este romance se passa na França, em 1572. Relata a triste história de um coração que não consegue perdoar por inteiro uma ofensa grave, resultando em uma trama de perseguição e vingança no plano espiritual e desencadeando um processo obsessivo nos dois planos.A história mostra que a felicidade individual encontra-se na capacidade de cada coração possuir as virtudes do amor a Deus e ao próximo, e a reencarnação é uma chance de resgatar e abrandar as consciências culpadas e ultrajadas. Nas voragens do pecado é o primeiro livro da trilogia de romances escritos pela médium Yvonne A. Pereira. Acompanhe a sequência da história nos outros títulos: O Cavaleiro de Numiers e O Drama da Bretanha.
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Autor: Yvonne do Amaral Pereira.
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Este romance se passa na França, em 1572. Relata a triste história de um coração que não consegue perdoar por inteiro uma ofensa grave, resultando em uma trama de perseguição e vingança no plano espiritual e desencadeando um processo obsessivo nos dois planos.A história mostra que a felicidade individual encontra-se na capacidade de cada coração possuir as virtudes do amor a Deus e ao próximo, e a reencarnação é uma chance de resgatar e abrandar as consciências culpadas e ultrajadas. Nas voragens do pecado é o primeiro livro da trilogia de romances escritos pela médium Yvonne A. Pereira. Acompanhe a sequência da história nos outros títulos: O Cavaleiro de Numiers e O Drama da Bretanha.
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O livre-arbítrio.epub e mobi - Schopenhauer
Título: O livre-arbítrio
Autor: Arthur Schopenhauer
Neste ensaio — O livre-arbítrio — o filósofo Schopenhauer, nos defronta com o problema da liberdade ante a necessidade, da determinação das ações individuais pela conformação inata e invariável do caráter do homem, para demonstrar que a liberdade reside no ser, e não na ação.
Schopenhauer, demonstra que nem sempre nossa vontade age de maneira livre, que muitas vezes somos condicionados, influenciados em nossas vontades. Entretanto, o conceito de Livre-arbítrio está ligado ao de seguir um impulso próprio. Como disse Schopenhauer: "Dizer que a vontade é livre, significa simplesmente dizer; eu posso fazer o que eu quero". Ter livre arbítrio em sentido forte não significa simplesmente poder fazer aquilo que se tem vontade, pois isto é evidentemente possível, mas sim saber se a própria vontade é determinada ou não por algo exterior a ela.
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Autor: Arthur Schopenhauer
Neste ensaio — O livre-arbítrio — o filósofo Schopenhauer, nos defronta com o problema da liberdade ante a necessidade, da determinação das ações individuais pela conformação inata e invariável do caráter do homem, para demonstrar que a liberdade reside no ser, e não na ação.
Schopenhauer, demonstra que nem sempre nossa vontade age de maneira livre, que muitas vezes somos condicionados, influenciados em nossas vontades. Entretanto, o conceito de Livre-arbítrio está ligado ao de seguir um impulso próprio. Como disse Schopenhauer: "Dizer que a vontade é livre, significa simplesmente dizer; eu posso fazer o que eu quero". Ter livre arbítrio em sentido forte não significa simplesmente poder fazer aquilo que se tem vontade, pois isto é evidentemente possível, mas sim saber se a própria vontade é determinada ou não por algo exterior a ela.
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