Elizabeth I: uma biografia_mobi e epub

 


Título: Elizabeth I: uma biografia.

Autor: Lisa Hilton.

Elizabeth I da Inglaterra foi uma das monarcas europeias mais icônicas de todos os tempos. Mesmo em caricaturas, ela é facilmente reconhecida pelo público: uma rainha de peruca vermelha, maquiagem branca, joias ostensivas e roupas extravagantes. A imagem da chamada rainha virgem foi construída cuidadosamente por ela em seu tempo de vida e floresceu ao logo dos séculos após sua morte. O fascínio que ela exerce no imaginário popular vai muito além das várias biografias e trabalhos acadêmicos que são feitos sobre o período do seu reinado, abrangendo também o teatro, a televisão e o cinema. Em outras palavras, a quantidade de material produzido sobre a era elisabetana e sua principal personalidade vai além do que qualquer um de nós possa imaginar. Porém, aqui no Brasil, existem poucos títulos de pesquisa publicados acerca da filha de Henrique VIII e Ana Bolena, a maioria dos quais com uma análise bem rasa. Dentre eles, podemos destacar os melhores: A rainha Elizabeth (1940), de Lytton Strachey, A vida de Elizabeth I da Inglaterra (1976), de Jacques Chastenet, e Elizabeth & Mary (2004), de Jane Dunn. Em Elizabeth I: uma biografia, escrito pela jornalista inglesa e historiadora da arte, Lisa Hilton.

A biografia "Elizabeth I", de Lisa Hilton, descreve a vida da rainha inglesa, desde a infância marcada pela queda da mãe Ana Bolena até o seu longo reinado, que transformou a Inglaterra numa potência política e cultural. O livro explora as intrigas, os escândalos e o complexo caráter de Elizabeth, sua inteligência, astúcia e a campanha para se tornar um símbolo da nação, além de apresentar um novo olhar sobre a Rainha Virgem e o cenário da Era Elisabetana.

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O Anticristo - Friedrich Nietzsche-mobi-epub

 

Título: O Anticristo
Autor: Nietzsche

O Anticristo é uma das obras-chave para compreender a filosofia de Nietzsche e os próprios métodos empregados pelo filósofo na genealogia da moral cristã.
Contudo, quando interpretada de forma errônea; geralmente provida de uma leitura massificada da obra nietzscheana (e sua consequente simplificação); acaba por distorcer a filosofia que embasa o autor. Nietzsche busca não só criticar o cristianismo visando superá-lo, mas como também superar o sistema filosófico platônico, e com isso, toda a filosofia ocidental. 

Sua crítica parte da “ética” por trás dos valores cristãos, que valorizam aquilo que não permite o crescimento da vontade de potência do homem e de sua afirmação enquanto ser no mundo.

O autor vai além: o cristianismo, o platonismo e toda a filosofia ocidental existem para travar o crescimento da vontade de potência do forte – a única arma dos fracos contra os fortes é a valorização do primeiro contra o segundo. Escrito em 1888, um ano antes de seu colapso mental, a obra sofreu diversas alterações e supressões das passagens mais ferozes, visando, através da falha tentativa de domesticação da filosofia nietzscheana, fins comerciais. O original foi reeditado em 1956. O Anticristo faz parte de sua segunda fase de escritos – os escritos “negativos” – os da destruição. “Der Antichrist” pode ser traduzido ao português mais como “o anti-cristão” – um nome que faz oposição aos fracos – do que o título generalizado no Brasil, que parece fazer oposição à “criatura inofensiva” que era Cristo, buscando referência nos textos do Apocalipse.

Assim, o caráter da negatividade – que se dá através do embate contra o cristianismo – não termina em uma recusa pura e simples da moral dos fracos: ela propõe, ao mesmo tempo, uma nova – uma moral dos fortes, dos aristocratas, dos dominadores. Seu último capítulo (Lei contra o cristianismo) visa inaugurar uma nova fase da humanidade.

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Título: A Passagem
Autor: Justin Cronin

Essa é a história de como o mundo que nós conhecemos acabou. Tudo começa com um experimento militar em busca de soldados mais fortes e mais resistentes. Ninguém usava a palavra vampiro, mas esse era a ideia: seres humanos que se regenerassem de forma rápida e envelhecessem bem lentamente. Contudo, o projeto se desenvolve em segredo: nem mesmo grande parte dos funcionários que trabalha no complexo militar, escondido na floresta, sabe o que está acontecendo por lá. Poucas pessoas no mundo sabem que o governo dos EUA está injetando vírus em criminosos condenados a morte para os transformar em criaturas muito fortes, capazes de se regenerar e sensíveis a luz.  

O agente do FBI Brad Wolgast tem apenas uma leve ideia do que os militares estão fazendo. Contudo, o trabalho de dele não é fazer perguntas, e sim convencer prisioneiros a participar do experimento. Mas, tudo muda quando o alvo de Wolgast passa a ser uma menina órfã de seis anos. Por algum motivo, Amy foi escolhida para fazer parte do experimento e é Wolgast quem precisa regatá-la do convento de freiras onde está hospedada e levá-la para o complexo. Mas, algo sobre Amy era diferente desde o início. As pessoas se apegam a ela com facilidade. A freira que ouve vozes, Lacey, é uma delas, assim como Wolgast.

 Logo que coloca os olhos em Amy, Wolgast sabe que ela é importante e que ele precisa protegê-la. Mas será que ele será forte o suficiente para mantê-la longe dos militares e de seu projeto maldito – mesmo quando Amy deixar de ser a garotinha humana pelo qual Wolgast se afeiçoou?  Porque algo que é certo é que tudo vai dar errado. A busca por seres humanos mais fortes e poderosos vai dar início a um apocalipse sangrento e colocar toda a existência humana em perigo. 90 anos se passam e a nada é como antes. O pouco que restou da humanidade se esconde por trás das luzes para fugir das criaturas que se escondem no escuro, humanos transformados em coisas abomináveis e sedentas por sangue. Pouco se sabe sobre Antes, exceto que o terror, o pânico e o vírus se espalharam rapidamente e devoraram a civilização.

Na Colônia vive-se como nos tempos medievais. É lá que mora Peter, Sara, Alicia e Michael, jovens que cresceram nesse mundo em pedações e infestado de monstros. A vida que levam é perigosa e incerta, mas pacata e feliz a sua maneira. Entretanto, os maiores problemas desses jovens, amores não correspondidos e dúvidas sobre o futuro, ficam em segundo plano quando eventos desastrosos resultam na chegada de uma menina, uma andarilha, a Colônia. A menina sem nome não é como eles, mas também não é como
os virais, e com a ajuda de Peter, Sara, Alicia e Michael, ela poderá mudar tudo e trazer novamente esperança para a humanidade...

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Nada Dura para Sempre_mobi_epub_Sidney Sheldon

Título: Nada Dura Para Sempre
Autor: Sidney Sheldon

Três médicas-residentes no mesmo hospital - Três amigas que têm suas vidas entrelaçadas - Três destinos surpreendentes.

Três amigas com personalidades bastante diferentes, mas unidas pela correria, pelos contratempos e pelas fortes emoções de trabalhar no Hospital Público Embarcadero.

 
Elas dividem os problemas típicos da profissão; contudo, parece que o destino reservou a cada uma delas um novo desafio. Paige é feliz seguindo a mesma carreira do pai e planeja se casar com seu primeiro amor, mas seu sonho pode ir por água abaixo. Honey abusa de suas habilidades de sedução. Mas será que isso é o suficiente para salvar vidas? Kate, abusada pelo padrasto na adolescência, prometeu que jamais seria tocada por um homem. Porém, sua postura durona acaba despertando interesses masculinos. Amor, medo e ambição se combinam em uma trama repleta de reviravoltas.

O livro começa com o julgamento da doutora Paige Taylor. Ela supostamente matou um paciente e ainda herdou um milhão de dólares do mesmo. Tudo parece apontar que Paige era uma péssima médica e que o seu paciente a odiava e ela teve todos os motivos para matá-lo. A narrativa então pula onde tudo começou. Quando Paige entrou para o Hospital Público Embarcadero como residente. Ela, junto com duas outras mulheres, Kate Hunter e Betty Taft mais conhecida como Honey, são as únicas mulheres médicas, o que gera um grande preconceito. São confundidas com enfermeiras e duvidam de suas capacidades o tempo todo. Além disso, elas têm de enfrentar o trabalho árduo no hospital com turnos de até 36 horas.

Vemos as personagens se desenvolvendo aos poucos e vamos sabendo a história de cada uma, com seus segredos obscuros. As três acabam se aproximando por serem únicas no hospital e alugam um apartamento para morarem juntas. Vamos então descobrindo todos os fatos que ouvimos no começo do livro, no tribunal, mas como exatamente aconteceu,
o que é bem diferente do anteriormente descrito...  

Recomendo o livro para médicos e leigos... !!!             

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Título: O Segredo de Joe Gould

Autor: Joseph Mitchell

Quando o jornalista Joseph Mitchell inicia a narrativa sobre um excêntrico contador de histórias, miserável e andarilho de Nova York dos anos 40, o leitor já se depara com um texto que inspira curiosidade. O personagem em questão é um "joão-ninguém"; um “homenzinho” que anda pelos bares e ruas e não tem nada de celebre ou exemplar para mostrar. E é exatamente isso que instiga também um dos repórteres mais importantes da revista The New Yorker.

"Homenzinho" é exatamente o primeiro termo que Mitchell usa para designar Joe Gould assim que começa este perfil jornalístico originalmente publicado em 1942. O requinte narrativo pode trazer a desconfiança de que se trata de uma ficção baseada em fatos reais, mas não é o caso. De fato, todos da região de Greenwich Village, Nova York, conheciam esse tal de Joe Gould com suas aparições em bares, tomando um café e comendo muito ketchup das mesas (puro! Não tinha dinheiro). Assim como grupos de poesias, onde o velho baixinho cismava em fazer parte e recitar seus versos que, não saíssem da boca de quem as recitava, não passariam de uma brincadeira de gosto duvidoso.

Além de ser uma presença atípica nas ruas da metrópole, o andarilho beirava o limite entre uma pessoa única e inocente, mas desagradável ao mesmo tempo. Sua excentricidade rendia-lhe convites, assim como podia causar náuseas como quando ele insistia em mostrar saber falar o idioma das gaivotas: o “gaivotês”. Mas seu grande orgulho consistia no maior projeto de sua vida, ao qual chamava Uma história oral do nosso tempo. Nela, o autor relatava sobre pessoas que ia conversando aleatoriamente pela cidade, figuras que, segundo Gould, eram os verdadeiros agentes que moviam a história de um país.

Joseph Mitchell teria todos os motivos para retratar aquele personagem, com quem conviveu por alguns meses entre bares e muitas conversas, de forma jocosa, folclórica e até mesmo pedante ou piedosa. Mas o tratamento honesto rendeu humanização àquele homem, como se, página após página, Mitchell conseguisse ir tirando mais camadas da
aparência e palavras de Gould até conseguir expor a alma do personagem.

O livro é dividido em duas partes justamente pelo cuidado que Mitchell tomou ao publicar o que rendeu duas reportagens na New Yorker. O primeiro, intitulado O Professor Gaivota, é mais curto e conta sobre essa figura fascinante que também era capaz de irritar o narrador em algumas conversas que pareciam não ir mais a lugar algum (ou seriam sucessivas fugas de Gould em fugir de um determinado assunto?). O segundo perfil, este o próprio O Segredo de Joe Gould, foi publicado vinte e dois anos após o primeiro, em 1964, quando Gould já havia morrido. Mitchell continuou uma história que julgara impossível de relatar quando seu personagem ainda vivia, preservando sua
dignidade.

O suspense para descobrir o que Joe Gould escondia de todos só não causa tanta aflição porque a narrativa flui e faz com que o leitor se aproxime e crie uma simpatia tanto pelo boêmio nova-iorquino quanto pelas situações vividas por ele. O segredo revelado finda uma busca seguida pelo repórter a passos de detetive e carregada de
voltas em torno dessa personalidade tão ímpar.

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Uma confissão-Liev Tolstói_mobi_epub

 

Título: Uma confissão

Autor: Liev Tolstói

O livro Uma Confissão fio escrito em 1879, um ano que, a priori, poderia ser considerado um bom ano na vida do autor: ele estava casado, tinha filhos, pertencia à elite
russa da época e seus escritos Guerra e Paz (década de 1860) e Anna Karenina (década de 1870) lhe trouxeram prestígio e fama. A despeito de tudo isso, ou exatamente por
isso, lhe vieram ideias insistentes de suicídio ao questionar o sentido da vida e da morte. O livro revelará os pensamentos do autor rumo à descoberta de uma resposta
que fosse satisfatória para responder às suas questões ou, pelo menos, mitigar as razões que o empurravam para o fim de sua vida.
O autor Liev Tolstoi, sentado em um banco e vestido de preto
Cá está o autor: Liev Tolstoi, sobre quem falaremos neste post. Sobre o que ele estaria pensando quando tiraram esta foto?

O livro volta-se, em primeiro lugar,  para a questão da fé: como ela se forma, como ela se perde, de onde ela vem. Suas investigações entram em choque com dogmas,
preceitos e costumes sobretudo da Igreja Ortodoxa greco-russa, mas também, em menor escala, de outras igrejas e crenças. Por isso, o livro foi barrado pela censura.
Suas cópias impressas circulavam de maneira clandestina.

A experiência do autor é relatada de forma direta, ao examinar as manifestações das pessoas - e das instituições à sua volta - em forma de parábolas, pequenas histórias
contadas de forma a ilustrar seus problemas e inquietações. Por isso, esta é uma leitura bastante fluida e agradável - boa para romper com o estereótipo de que livros
do século XIX de autores russos são muito difíceis de serem digeridos. Com alguma paciência, a leitura pode ser tranquila, sim ??. Este livro é uma boa oportunidade
para se aproximar da vida do autor, pois é cheia de detalhes sobre suas ideias - desde quando era criança até sua idade adulta.

Teria Tolstoi, então, encontrado a resposta para a pergunta sobre o sentido da vida?

 

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O demônio do meio-dia: Uma anatomia da depressão_mobi e epub

 

Título: O demônio do meio-dia: Uma anatomia da depressão

Autor: Andrew Solomon

O livro é um relato pessoal, comovente, esclarecedor e bem escrito sobre depressão, estresse e a maneira como vivemos hoje em dia. Vencedor do 2001 National Book Award e finalista do The Pulitzer Prize Board 2002, recebeu muitas críticas positivas de veículos renomados por todo o mundo.

Ir ao fundo do poço é uma expressão leve para descrever a experiência de vida do autor. Ele foi ainda mais fundo para vencer uma das síndromes que mais aflige a humanidade nos dias de hoje: a depressão.
 
Fruto de sua dolorosa, dramática e vitoriosa trajetória durante doença, “O demônio do meio-dia” é um livro intensamente envolvente, sagaz, construtivo e humano.

Recomendação de leitura para quem convive ou conviveu com alguém que sofre desta doença mais comum do que imaginamos.A obra não se restringe a um simples relato do autor sobre sua relação com a doença. Inspirado pelo que sentiu na própria pele, Solomon fez uma investigação ampla e minuciosa, o mais abrangente estudo sobre a depressão publicado nos últimos tempos.
 
O autor não mede esforços para dissecar a doença. Ele descreve a dor de outros, em diferentes culturas e sociedades, pessoas cujas vidas foram estilhaçadas pela depressão. Englobando questões amplas que cercam o assunto, Solomon revela as implicações históricas, sociais, biológicas, químicas e médicas da doença. Conduz-nos por
pavilhões de hospitais psiquiátricos nos quais alguns de seus pesquisados estão aprisionados há décadas; por laboratórios onde novos modos de visualizar o cérebro estão sendo elaborados; e nos leva até os pobres do campo e da cidade, também afligidos pelo fardo do mal.

Ele descreve a ansiedade e a depressão como demônios do meio-dia. “Tornar-se deprimido é como ficar cego, a escuridão no início gradual acaba englobando tudo; é como ficar surdo, ouvindo cada vez menos até que um silêncio terrível o envolve, até que você mesmo não pode fazer qualquer som para penetrar o silêncio. É como sentir sua roupa lentamente se transformando em madeira, uma rigidez nos cotovelos e joelhos progredindo para um terrível peso e uma isolante imobilidade que o atrofiará e, dentro de algum tempo, o destruirá”...

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DUNA - Frank Herbert_Epub e Mobi

 

Título: DUNA

Autor: Frank Herbert 

Duna conta a história da família Atreides e de todos os desdobramentos ao redor dela; eles foram escolhidos pelo imperador para comandar o planeta Arrakis e seu processo de extração de especiarias - uma substância tão preciosa quanto o petróleo é para o mundo que conhecemos - o que causou discórdia nos Harkonnen, antigos responsáveis pela região.
Com o duque Leto, chefe da família Atreides, jurado de morte e perseguição de maneira silenciosa, o que se desenrola nessa história é uma complexa trama de política e sobrevivência, além de despertar também uma antiga profecia.
O clássico de Frank Herbert não é um marco da ficção científica à toa, e nota-se isso desde as primeiras páginas. Com um prefácio escrito por Neil Gaiman, é perceptível o quanto esse livro inspirou e segue inspirando dentro do gênero; histórias como Star Wars muito beberam da influência de Duna, tanto em questão de universo quanto de desenrolar político e tramas paralelas bizarras.
Esse livro tem um que de "messias da profecia" ao mesmo tempo em que lida com uma galáxia diferente, planetas que demandam provação daqueles que os habitam e personagens multifacetados. Arrakis é uma terra inóspita e mortífera; suas areias contém uma preciosa especiaria, da qual os Atreides ficaram responsáveis, junto a todo o sistema político.

Duna é um livro 110% político, e a força dele está justamente nisso. Tanto quanto fala do império que comanda tudo e todos quanto na disposição das Casas, nas disputas silenciosas e na trama de traição e derrubada que movem os inimigos dos Atreides contra eles. Também tem a questão com os fremen - o povo que vive em Arrakis há muito tempo e se tornou parte do deserto, sobrevivendo em meio a ele como mais ninguém consegue - e as lendas a respeito do Escolhido deles.

Eu gostei demais do desenvolvimento e diálogos e estratégias políticas que apareceram no decorrer da história. Frank Herbert constrói um sistema complexo e corrupto e perigoso, com os poucos ainda honrados sofrendo por isso. Não sei se é o caso, mas o Martin parece ter puxado um pouquinho de influência da disputa Atreides x Harkonnen para as casas de Westeros. Eu me senti lendo a derrocada dos Stark quando os Lannister resolveram armar para cima deles.

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Hipnotismo e Mediunidade.mobi-epub

 

Título: Hipnotismo e Mediunidade
Autor: Cesare Lombroso

O grande cientista italiano, considerado pai da moderna criminalística pelas contribuições fornecidas nos campos da antropologia, da sociologia e da psicologia criminais relata suas pesquisas com fenômenos de natureza hipnótica e mediúnica, visando à comprovação da comunicação entre os mundos espiritual e físico. Cita experiências com a médium napolitana Eusápia Paladino e assuntos como casas mal-assombradas, estigmas e levitação de santos, premonição, telepatia e outros temas para análise de estudiosos. Há, ainda, resumo biográfico sobre o autor, escrito por Zêus Wantuil. É obra de muita importância no cenário espírita.

O Livro contém muitas informações de fenômenos espíritas que não se acham em outras publicações.

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O Martelo das Feiticeiras - Heinrich Kramer e James Sprenger

 

Título: O Martelo das Feiticeiras
Autor: Heinrich Kramer e James Sprenger

NOTA: Para entender a Inquisição é necessário ter empatia, ou seja, capacidade de projetar a personalidade de alguém  em  você, e,  "desarmar" o espírito!!. 

Um dos livros mais importantes da cultura ocidental. Escrito em 1484 pelos inquisidores Heinrich Kramer e James Sprenger, O Martelo das Feiticeiras-MALLEUS MALEFICARUM, é a mais importante obra sobre demonologia da história, a temível fonte de inspiração para todos os tratados posteriores. Levou à tortura e à morte mais de 100 mil mulheres sob o pretexto, entre outros, de “copularem com o demônio”. A obra divide-se em três partes: a primeira discursa aos juízes, ensinando-lhes a reconhecer as bruxas em seus múltiplos disfarces e atitudes. A segunda expunha todos os tipos de malefícios, classificando-os e explicando-os. A terceira regrava as formalidades para agir “legalmente” contra as bruxas, demonstrando como inquiri-las e condená-las. Ela tinha como princípio o preceito bíblico que diz: à feiticeira não deixarás viver. (Ex 22,18). A abertura da obra, focalizando as três condições necessárias para a bruxaria, nos diz: “Se crer em bruxas é tão essencial à fé católica que sustentar obstinadamente opinião há de ter vivo sabor de heresia.”

Em sua origem, a Inquisição foi produto de um mundo brutal, insensível e ignorante. Assim, o que não surpreende, foi ela própria brutal, insensível e ignorante. E não o foi mais do que inúmeras outras instituições da época, espirituais e temporais. Tanto quanto essas outras instituições, faz parte de nossa herança coletiva. Não podemos, portanto, simplesmente repudiá–la e descartá–la. Devemos enfrentá–la, reconhecê–la, tentar compreendê–la em todos os seus excessos e preconceitos, e depois integrá–la numa nova totalidade.
Meramente lavar as mãos em relação a ela equivale a negar alguma coisa em nós mesmos, em nossa evolução e desenvolvimento como civilização uma forma, na verdade, de auto–mutilação. Não podemos ter a presunção de EMITIR JULGAMENTO sobre o PASSADO segundo critérios do que é politicamente CORRETO em NOSSO TEMPO. Se tentarmos fazer isso, descobriremos que todo o passado é culpado.

Então ficaremos apenas com o presente como base para nossas hierarquias de valor; e quaisquer que sejam os valores que abracemos, poucos de nós serão tolos o bastante para louvar o presente como algum tipo de ideal último. Muitos dos piores excessos do passado foram causados por indivíduos que agiam com o que, segundo o conhecimento e moral da ÉPOCA, JULGAVAM as melhores e MAIS DIGNAS das INTENÇÕES. Seria precipitado imaginar como infalíveis nossas próprias intenções dignas.

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A Fábula do Holocausto-mobi-epub_Arthur R. Butz

 


Título: A Fábula do Holocausto  

Autor: Arthur R. Butz

Livro revisionista que explica a farsa do holocausto, como por exemplo: As câmaras de gás, o gás utilizado, a numeração da população, etc.

 

 

 

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Memórias de um Suicida-mobi-epub-Yvonne A. Pereira

Título: Memórias de um Suicida
Autor: Yvonne A. Pereira  

A história do livro (Memórias de um Suicida) começa no século XVII, quando nasce um jovem em terras portuguesas numa família pobre, mas que sonhava ser rico, culto e poderoso.
Este jovem procurou um pároco e contou seu sonho. O pároco então, passou a ensinar-lhe quanto sabia.
Diante das suas ambições, o jovem despertou a vontade de ser um sacerdote. Mas o pároco, disse que o rapaz não tinha vocação para o sacerdócio, e aconselhou-lhe que exercesse o sublime sacerdócio construindo um lar, com respeito, justiça e amando sempre o próximo.
O conselho do pároco calou fundo, e os planos foram adiados.
O jovem então, apaixonou-se por Maria Magda com fervor. Ambos faziam planos matrimoniais, quando Magda conhece um outro rapaz, Jacinto de Ornelas y Ruiz, apaixona-se, casa-se e muda-se para Madrid.
O jovem sentiu-se humilhado, cheio de ódio, rancor, despeitado e jurou vingança. Diante do desgosto, ele reativou a ideia de ser sacerdote e a realizou.
Serviu às leis de Inquisição. Perseguia, denunciava, caluniava, fazia intriga, mentia, condenava, torturava e matava.
Quinze anos depois do casamento de sua amada Maria Magda, o sacerdote vai para Madrid a mando da Igreja. O acaso então, os colocou novamente frente a frente, trazendo muito ódio à lembrança, mas sentindo que ainda a amava.
Tentou cativa-la, mas não conseguiu. Ela resistiu com dignidade. Jacinto, percebeu o assédio do sacerdote à sua esposa. Preparou-se para deixar Madrid, buscando refúgio no estrangeiro para si próprio como para a família. Pois, o medo do oficial do Santo-Ofício era grande...

Com orientação do Espírito Léon Denis, o autor espiritual Camilo Castelo Branco, sob o pseudônimo Camilo Cândido Botelho, descreve à médium Yvonne Pereira sua dolorosa experiência após a desencarnação pelo suicídio. Com valiosos ensinamentos, o livro mostra a grandeza da Misericórdia divina para com os suicidas arrependidos, trazendo-lhes a oportunidade de conhecer o Universo e a vida em sua integral dimensão. A gênese planetária, a evolução do ser, a imortalidade da alma, a moral cristã e outros temas relevantes são estudados para a compreensão de que "nenhuma tentativa para o reerguimento moral será eficiente se continuarmos presos à ignorância de nós mesmos". A leitura completa da obra mostra que há um caminho de reconstrução para os arrependidos. Há sempre esperança, porquanto a reabilitação é possível.

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Título: O Leitor
Autor: Bernhard Schlink

Michael Berg, um rapaz de 15 anos, inicia um relacionamento com Hanna Schmitz, uma mulher de 36 anos. Nos seus encontros secretos, em casa dela, eles criam um ritual no qual Michael lê para Hanna e depois fazem amor. De repente, Hanna desaparece da vida de Michael, para o seu desespero. Anos mais tarde, ao assistir a um julgamento com sua turma de Direito, encontra Hanna envolvida num processo de acusação a ex-guardas dos campos de concentração nazista. Como reagirá Michael?

Preferindo assumir a responsabilidade por um crime de assassinato de centenas de mulheres judias queimadas vivas a reconhecer a condição de analfabeta, Hanna é condenada à prisão perpétua. Tanto livro quanto filme fazem das sessões do julgamento uma grande peça de discussão jurídica sobre a responsabilidade jurídica individual dos cidadãos implicados pelo poder no cumprimento de ordens relativas à crimes hediondos de Estado. Passados alguns anos, Michael manda para a prisão fitas com gravações de leitura de romances para a ex-amante, de modo que ao comparar os áudios com os livros da biblioteca do presídio, ela desenvolve um método para aprender a ler e escrever.

Além dos clássicos que recebe, a ex-agente da suástica tem acesso à leitura dos testemunhos dos sobreviventes do Holocausto e de seus filhos, que a fazem tomar consciência das perversidades praticadas pelo nazismo. Hanna manda muitas cartas para Michael, às quais ele nunca responderá, limitando-se a enviar-lhe novos livros. Depois de 40 anos de prisão, ela pode ser libertada e seu único vínculo fora é Michael, que é chamado para conversar com ela sobre o seu retorno à sociedade. Mas ao chegar ao presídio, o ex-amante tem uma duríssima surpresa.
 

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Auschwitz - O testemunho de um médico.mobi-epub


Livro Auschwitz - O testemunho de um médico, escrito por Miklos Nyiszli, seja uma contribuição diferente. Afinal, além de ter sobrevivido pra relatar à História, o médico viveu no campo de concentração durante meses, com certas regalias, sob comando do famigerado Dr. Mengele, que se tornou infame por ter atuado como cientista durante o regime nazista. E, tão importante quanto, o livro serve de registro em uma era que, por incrível que pareça, tem gente com a capacidade de questionar a existência desse genocídio. Aliás, a título de curiosidade: em 2007, entrou em vigor uma lei sancionada pela União Europeia que pune com prisão quem negar o Holocausto. Em 2010, a UE também criou a base de dados europeia EHRI para pesquisar e unificar arquivos sobre o assunto.
 
Miklos foi um judeu criminologista húngaro antes de trabalhar forçadamente em Auschwitz, como médico do Sonderkommando. Os Sonderkommandos eram os grupos de judeus recrutados assim que chegavam aos campos, obrigados a executar tarefas penosas que os soldados alemães não gostariam de fazer, como enterrar os corpos dos prisioneiros mortos e limpar as câmaras de gás. Em troca, podiam comer melhor que o restante dos judeus, vestir-se bem, tomar banhos e dormir em locais mais decentes, mas eram eliminados a cada 3 ou 4 meses para dar lugar a novos grupos. Agora, imagine só como devia ser para os Sonderkommandos ter que lidar com a morte de seus companheiros diariamente, ou até acabar encontrando um, pai, mãe ou filho entre os cadáveres? PESADÍSSIMO, terrível, cruel demais.
 
O maior trabalho de Miklos era realizar autópsias, cujos relatórios eram recebidos pela equipe do Dr. Mengele. Seu principal objetivo com esses procedimentos era realizar pesquisas, principalmente com gêmeos, para tentar encontrar "anomalias" que justificassem a propaganda de que a "raça" judia era inferior. Certa vez, Miklos identificou uma doença congênita nos músculos e raquitismo retardado manifestada por uma deformação nos pés de um prisioneiro; ou seja, nada fora do comum, mas que se tornou material valioso nas mãos de Mengele...
 
Só mais uma das bizarrices que aconteciam lá. Miklos relata que reconhecia que o que fazia em seu trabalho não se tratava de um instituto de ciência, mas de uma pseudociência. Quando não ajudava involuntariamente Mengele a construir a origem dos nascimentos duplos ou a teoria da degeneração dos anões e aleijados, ele precisava relatar em suas autópsias as causas de mortes de diversos prisioneiros, relacionadas na maioria das vezes à fome, exaustão e péssimas condições de higiene, como a desinteria...

 

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As entrevistas de nuremberg.epub e mobi - Leon Goldensohn


Por meio da trajetória pessoal de alguns dos criminosos nazistas e de testemunhas que participaram do julgamento de Nuremberg, o psiquiatra norte-americano Leon Goldenshon, conta uma outra história do regime de Hitler. Em depoimento a Leon Goldensohn, o oficial nazista, Hans Frank, ex-administrador nazista da Polônia, diz que mesmo Hitler, ou particularmente ele, merecia ser ouvido no tribunal. O que Hitler teria dito em sua defesa se tivesse a chance??

No livro, o oficial Hermann Goering, o número dois de Hitler, se irrita com as perguntas que Dr. Goldensohn lhe faz sobre sua infância. Ele responde que não entende qual a importância que sua infância pode ter tido em sua vida adulta. "O sr. acha que o comportamento dos nazistas, ao menos dos líderes, pode ser explicado, entre outras coisas, por uma infância problemática?". 

O que é interessante é que não há uma explicação "fácil" para o que os nazistas fizeram.

Um outro oficial acusado [Rudolph Hess o número três na hierarquia nazista], não teve condições de ser julgado.

Vez que, ficou constatado que perdeu a sanidade mental. (Não confundir com o Rudolf Höss, que foi comandante do campo de concentração de Auschwitz).

Nem os principais acusados nem aqueles que testemunharam no tribunal parecem ter tido os "óbvios" problemas de infância ou com os pais. Muitos eram bem-educados e inteligentes. Nenhum, dos que eu saiba, sofreu maus-tratos ou foi espancado pelos pais. Quando os ouvimos contando suas próprias histórias, é perturbador, exatamente porque não há respostas "óbvias"...

O livro em seu conjunto, apresentam o Nazismo como um movimento fragmentado, resultado de uma divisão de responsabilidades. Fonte de informação inédita e essencial sobre o Terceiro Reich. Além disso, é um importante documento histórico...
 

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Título: O Homem Que Caiu Na Terra

Resumo: Conta a missão de Thomas Jerome Newton, um Antheano que vem para a Terra com o objetivo de salvar os últimos habitantes de seu planeta, que agora se encontra a beira da extinção, sem água e qualquer recurso natural.
Para cumprir seu objetivo Newton terá que construir uma nave para buscar os trezentos Antheanos que ainda vivem em Anthea. Com uma inteligencia superior aos humanos, Newton vende os anéis que possui de Anthea e aos poucos começa a fazer sua fortuna, tornando-se um empresário de muito sucesso no ramo de patentes tecnológicas. No entanto, a convivência com os humanos começa a fazer com que Newton reflita sobre sua missão, mudando dessa forma o seu modo de pensar e aos poucos seus empreendimentos começam a chamar muito a atenção do governo, prejudicando o seu disfarce.
É certamente um dos livros mais diferentes que já li, apresenta de maneira menos extravagante a visita de seres extraterrestres e nos dá uma visão mais humana do visitante alienígena, fazendo com que tenhamos mais empatia com ele....
 

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Título: Medicina dos Horrores

Em medicina dos horrores, o médico Lindsey Fitzharris narra como era o chocante mundo da cirurgia do século XIX, que estava às vésperas de uma profunda transformação. A autora evoca os primeiros anfiteatros de operações — lugares abafados onde os procedimentos eram feitos diante de plateias lotadas — e cirurgiões pioneiros, cujo ofício era saudado não pela precisão, mas pela velocidade e pela força bruta, uma vez que não havia anestesia. Não à toa, os mais célebres cirurgiões da época eram capazes de amputar uma perna em menos de trinta segundos. Trabalhando sem luvas e sem qualquer cuidado com a higiene básica, esses profissionais, alheios à existência de micro-organismos, ficavam perplexos com as infecções pós-operatórias, o que mantinha as taxas de mortalidade implacavelmente elevadas. É nesse cenário, em que se considerava mais provável um homem sobreviver à guerra do que ao hospital, que emerge a figura de Joseph Lister, um jovem médico que desvendaria esse enigma mortal e mudaria o curso da história.

"...A cirurgia está prestes a começar em um anfiteatro lotado de expectadores. São estudantes de medicina ou profissionais da área presentes para assistir a uma intervenção cirúrgica tal qual um evento teatral. Não existe anestesia e o clima de sujeira e pouca preocupação com limpeza de instrumentos é tão comum quanto respirar. Respirar, aliás, um ar fétido. O cirurgião não lava as mãos e o sangue do paciente se mistura a manchas, em seu jaleco, de operações passadas. Poderia muito bem ser uma cena digna de um suspense de terror se não fosse a realidade. Estamos em meados do ano de 1850 na Inglaterra da Rainha Vitória e uma cirurgia significa, sem exageros, um passo mais rápido para a morte".

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Livro: Ensaio Sobre a Cegueira
 

O escritor, por ocasião da apresentação pública do seu livro Ensaio Sobre a Cegueira, disse: “Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é necessário termos coragem para o reconhecer”.

No livro Ensaio Sobre a Cegueira, José Saramago, utiliza uma descrição fluida, misturando o discurso direto com o indireto, dispensando recursos como parágrafo, travessão e aspas. O discurso direto fica entre vírgulas e para não confundir muito o leitor, o autor usa letras maiúsculas para o diferenciar do indireto. O resultado, são frases demasiado longas, que se tornam numa escrita confusa e que, inicialmente até podem parecer difíceis, mas essa dificuldade desaparece com o decorrer da leitura.
“Um motorista parado no semáforo, subitamente descobre que está cego”. Começa desta forma a história de uma epidemia de cegueira que ninguém sabe explicar. Isso transforma a cidade num caos, com pessoas isoladas e abandonadas à própria sorte.


Os personagens do livro “Ensaio Sobre a Cegueira”,não possuem nomes, apenas lhe são atribuídas características físicas superficiais como: a mulher do médico, o rapazinho estrábico, a rapariga de óculos, o cego da pistola, o cego que escreve em braile, o ladrão, os soldados, a velha do primeiro andar, o cão de lágrimas… A epidemia de cegueira como crítica ao capitalismo!!

O “Ensaio Sobre a Cegueira”, não é um livro sobre uma doença de origem biológica, nem tão pouco se trata de castigo divino. Num determinado trecho, através da “mulher do médico, José Saramago mostra o que pode significar a cegueira: “a mulher do médico compreendeu que não tinha qualquer sentido, se o havia tido alguma vez, continuar com o fingimento de ser cega, está visto que aqui já ninguém se pode salvar, a cegueira também é isso, viver num mundo onde se tenha acabado a esperança.”


Quem vê, é quem percebe a crueldade do capitalismo e não aceita viver nesse mundo sem esperança. Já os cegos transformam-se, virando-se uns contra os outros, acabando por mostrar as faces mais sombrias do ser humano. A cidade vai se transformando num caos de destruição humana, onde cada cego luta pela sua sobrevivência, entregando-se de tal forma ao desespero que acabam por abandonar qualquer traço de humanidade.


No trecho do livro “Ensaio Sobre a Cegueira” transcrito abaixo Saramago usa a figura da mulher do médico e do velho ditado “O pior cego é aquele que não quer ver”: “Abramos os olhos, Não podemos, estamos cegos, disse o médico, É uma grande verdade a que diz que o pior cego foi aquele que não quis ver, Mas eu quero ver, disse a rapariga dos óculos escuros, Não será por isso que verás, a única diferença era que deixarias de ser a pior cega”.


Na visão de José Saramago, o ser humano, moralmente e culturalmente é selvagem, egoísta e dominado por apetites bárbaros. Saramago pretende demonstrar com o livro “Ensaio Sobre a Cegueira” que o ser humano, bárbaro e animalesco, precisa de ser controlado, os seus apetites precisam ser domados e precisa da ordem e da justiça social que apenas o comunismo pode garantir.
José Saramago recusou dezenas de vezes ceder os direitos de autor para que o seu livro, Ensaio Sobre a Cegueira, fosse adaptado ao cinema. Mas depois de muita persistência, em 13 de novembro de 2008 o filme chegou às salas de cinema portuguesas, sob a realização do brasileiro Fernando Meirelles. O filme conta com Julianne Moore e Gael García Bernal como protagonistas.

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História Da Riqueza Do Homem - epub e mobi

Título: História da riqueza do homem
Autor: Leo Huberman

Este livro tenta explicar a história pela teoria econômica, e a teoria econômica pela história. Não é uma história econômica nem uma história do pensamento econômico, mas um pouco de ambas.

DO FEUDALISMO AO CAPITALISMO:

A sociedade feudal consistia dessas três classes - sacerdotes, guerreiros e trabalhadores, sendo que o homem que trabalhava produzia para ambas as outras classes, eclesiástica e militar. Isto era muito claro, pelo menos para uma pessoa que viveu naquela época.

A maioria das terras agrícolas da Europa ocidental estava dividida em área conhecidas como “feudos”. Um feudo consistia apenas de uma aldeia e as várias centenas de acres de terra arável que a circundavam, e nas quais o povo da aldeia trabalhava.

Nas diversas localidades, os feudos variavam de tamanho, organização e relações entre o que os habitavam, mas suas características principais se assemelhavam, de certa forma.

Cada propriedade feudal tinha um senhor.

O senhor feudal vivia (ou visitava, já que freqüentes vezes possuía vários feudos; alguns senhores chegavam mesmo a possuir centenas) com sua família, empregados e funcionários que administravam sua propriedade.

A terra arável era dividida em duas partes, sendo a terça parte do todo, pertencente ao senhor, e a outra ficava em poder dos arrendatários que, então trabalhavam a terra.

Eram essas, portanto, as duas características importantes do sistema feudal. Primeiro, a terra arável era divida em duas partes, uma pertencente ao senhor e cultivada apenas para ele, enquanto a outra era dividida entre muitos arrendatários; segundo, a terra era cultivada não em campos contínuos, tal como hoje, mas pelo sistema de faixas espalhadas. Havia uma terceira característica marcante - o fato de que os arrendatários trabalhavam não só as terras que arrendavam, mas também a propriedade do senhor.

O camponês vivia numa choça do tipo mais miserável, trabalhando longa e arduamente em suas faixas de terra espalhadas. Conseguia arrancar do solo apenas o suficiente para uma vida miserável. Teria vivido melhor, não fora o fato de que, dois ou três dias por semana, tinha que trabalhar a terra do senhor, sem pagamento. A propriedade do senhor tinha que ser arada primeiro, semeada primeiro e ceifada primeiro.

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A Dieta da Mente - epub e mobi

 

Título: A Dieta da Mente
Autor: Dr.David Perlmutter

"A chocante verdade sobre o Trigo, Cevada, Centeio e o Açúcar -- os assassinos silenciosos do seu cérebro".
 
Se você pensa que a doença de Alzheimer é uma doença genética, prepare-se para uma boa surpresa: não é!!. Em A Dieta da Mente, um renomado neurocirurgião dos EUA, revela um dos segredos mais bem guardados da medicina: os hidratos de carbono destroem o cérebro. E podem conduzir à demência, depressão, PHDA, epilepsia, ansiedade, dores de cabeça crónicas, diminuição da líbido e muito mais. Esqueça os seus genes. O destino do seu cérebro é ditado por aquilo que você come todos os dias. As doenças degenerativas são causadas em primeiro lugar por inflamações, que têm origem no consumo de alimentos hipercalóricos, sobretudo os que contêm glúten ou elevado teor de açúcares. Felizmente, podemos contrariar a decadência natural do nosso cérebro. Uma dieta rica em proteínas e “boas gorduras” é a solução ideal. Não apenas o protege de doenças, como estimula o crescimento de novas células cerebrais independentemente da idade que temos – seja aos 40 ou aos 80 anos. Porém, sempre há tempo de renovar a nossa massa cinzenta.
 
Além disso; O trigo e seus derivados tem sido associados a diversas doenças graves e condições de saúde complicadas, como Diabetes, Doenças Cardiovasculares, Doenças nos Rins, Edemas nas Pernas, Doenças Hepáticas não-alcoólicas, problemas Autoimunes e diversos tipos de câncer, incluindo, os de Cólon, Mama, Próstata e Pancreático.
 
O trigo que comemos nos dias atuais não tem nada a ver com o trigo primitivo dado por Deus!! O trigo atual foi totalmente modificado geneticamente, pelos interesses da luta contra a fome, industrial, econômico e de produtividade da semente e, junto com todo este beneficiamento veio uma série de sequelas ruins a própria saúde do ser humano!!

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